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ORIGEM
Criada
há cerca de 30 anos, na França, as próteses para pernas eram feitas
de enxerto de gordura e tinham como principal objetivo a reconstituição
de membros danificados por acidentes. As próteses, já feitas de
silicone, para fins estéticos, começaram a ser utilizadas na década
de 80. As primeiras cirurgias, no Brasil, tiveram como objetivo melhorar
o aspecto das seqüelas de poliomielite (doença já erradicada no país,
causada por um vírus que penetra no corpo do homem através da garganta
ou intestino, fruto, na maioria das vezes, de condições inadequadas de
higiene). Apesar da prótese de silicone nos seios ter virado moda nos últimos dois anos, o implante não é tão simples quanto parece. Colocar a prótese oferece os mesmos riscos que outras cirurgias. Por isso, antes de se submeter ao bisturi procure esclarecer todas as dúvidas com seu médico. Neste material pesquisado na internet, especialistas falam sobre os tipos de cirurgia e de próteses, o tempo de recuperação e os riscos que o silicone oferece para quem ainda pretende amamentar. Os tipos de cirurgia para colocação da prótese: A incisão para colocar a prótese de silicone pode ser feita em volta da aréola, no sulco sob o seio ou na axila. Cada médico prefere uma técnica. Já a posição do implante depende da constituição física da paciente. Se for magrinha e com pouquíssimo peito, a prótese deve ser colocada sob o músculo peitoral para um efeito mais natural, quando é chamada prótese retromuscular. A retroglandular, prótese implantada logo abaixo da glândula, é mais indicada para quem tem seios médios ou flácidos. Três formatos de prótese: Redonda com perfil alto, redonda com perfil baixo e em gota. Esses são os três formatos de prótese de silicone que a candidata a turbinar os seios pode escolher. "Normalmente, médico e paciente decidem juntos, avaliando o desenho natural da mama e o resultado desejado", diz a cirurgiã plástica Edith Kawano Horibe, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A prótese redonda com perfil alto deixa o seio com mais volume e projetado para frente; a com perfil baixo é mais natural; e a terceira deixa o seio em formato de gota. Elas são envolvidas com silicone sólido que pode ser liso, texturizado ou revestido de poliuretano. Já seu interior, pode ser de silicone, gel ou soro fisiológico. Os tamanhos mais procurados são 195, 215 e 235 mililitros. Como fica a cicatriz após a colocação da prótese: Quanto mais elástica a pele, melhor a cicatrização. O corte no sulco mamário deixa uma cicatriz de cerca de 4 centímetros, que fica escondida pelo volume do seio. A incisão na metade inferior da aréola é quase imperceptível. Já na colocação da prótese via axila é feito um corte de 4 centímetros que fica disfarçado pelas dobras do tecido. Seios exigem cuidados diários: A pele dos seios é muito fina e sensível, por isso sofre tanto quando há aumento de peso, com o efeito da gravidade e a gravidez. "Hidratá-los diariamente, desde a adolescência, ajuda a deixá-los mais resistentes, reduzindo os riscos de estrias e flacidez", explica a dermatologista Carla Goes Sallete, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mesoterapia. Cremes à base de semente de uva, colágeno e elastina são os mais indicados. "É importante aplicá-los com movimentos circulares", orienta a médica. O uso de sutiã também é indispensável, pois evita que o peso distenda a pele. Outro aliado são os exercícios localizados. "Eles firmam a musculatura peitoral, que fica sob os seios, melhorando a aparência", explica a personal trainer Patrícia Carolina Jurvenson, da Fitness In - Consultoria em Programas de Qualidade de Vida. Tempo na sala de cirurgia: A paciente é operada normalmente pela manhã e à tarde já é autorizada a voltar para casa. Alguns médicos colocam uma sonda para ajudar a desinchar a região e, nesse caso, aconselham que ela durma no hospital pelo menos uma noite. O tempo da cirurgia varia entre 1 hora e meia e 3 horas e o tipo de anestesia - peridural ou local com sedação - fica a critério do médico. Os preços do implante ficam entre R$ 5 mil e R$ 8 mil (dependendo dos honorários do médico, da equipe e do hospital). Há contra-indicaçãona colocação da prótese?: O implante de silicone nos seios não é indicado para menores de 15 anos, pois até essa idade, geralmente, os seios não estão totalmente desenvolvidos. Mulheres com flacidez nas mamas, antes de colocar a prótese, têm de passar por uma plástica para retirar o excesso de pele - o que é feito na mesma cirurgia. Dois meses sem fazer exercício: Terminada a cirurgia para colocação da prótese, o médico veste um sutiã reforçado na paciente. Ele pode ainda envolver o peito com uma faixa elástica, que ajuda a fixar o implante. Por um mês, todo esses 'curativos' só podem ser retirados na hora do banho, isso a partir do terceiro dia. A recuperação é dolorida e a volta ao trabalho é liberada em cinco dias. Para fazer sexo é preciso esperar cerca de duas semanas; um mês para dirigir; e dois meses para fazer exercícios peitorais, carregar peso e tomar sol. Risco de rejeição da próteses: O organismo pode rejeitar a prótese, envolvendo-a em uma cápsula fibrosa, que vai endurecendo, deformando os seios e causando dor. Próteses com invólucros texturizados ou revestidos de poliuretano diminuem desse risco ocorrer. Caso a cápsula fibrosa se forme, o médico rompe a malha e troca o implante em uma nova cirurgia. Amamentar com silicone. É possível?: É raro, mas há mulheres com silicone que não conseguem amamentar. O auto-exame também fica mais difícil, principalmente quando a prótese é retroglandular. "Ela fica atrás da glândula mamária e altera a sensibilidade dessa região, dificultando a identificação de nódulos por meio do toque", explica o médico oncologista Ricardo Caponero, de São Paulo. "Por isso, é mais seguro recorrer à ultra-sonografia mamária, que identifique nódulos e ainda informa se a prótese apresenta fissuras." Já a prótese retromuscular não compromete o exame. Outra desvantagem é a necessidade eterna da prótese. Depois de implantada, a prótese distende a pele e não há mais como voltar atrás. Caso a mulher queira remover o silicone, a mama fica flácida, murcha. Só dá para substituir o modelo anterior. E toda mulher com silicone deve trocar a prótese a cada dez anos. Fonte: http://plasticaebeleza.terra.com.brO
tamanho do bumbum depende dos músculos glúteos e da gordura que ali se
acumula em maior ou menor quantidade. Nos homens e mais nos atletas a
musculatura glútea é desen-volvida e a quantidade de gordura é menor.
As nádegas ficam mais achatadas e flácidas com o passar do tempo pela
diminuição do volume da massa muscular e redução do depósi-to de
gordura. Cirurgia
para colocação das próteses:
As cirurgias das nádegas visam a correção da forma e da projeção
das mesmas. Fonte: www.munircuri.com.br/artigos Criada há cerca de 30 anos, na França, as próteses para pernas eram feitas de enxerto de gordura e tinham como principal objetivo a reconstituição de membros danificados por acidentes. As próteses, já feitas de silicone, para fins estéticos, começaram a ser utilizadas na década de 80. As primeiras cirurgias, no Brasil, tiveram como objetivo melhorar o aspecto das seqüelas de poliomielite (doença já erradicada no país, causada por um vírus que penetra no corpo do homem através da garganta ou intestino, fruto, na maioria das vezes, de condições inadequadas de higiene). Atualmente, a prótese de silicone é indicada para quem ter pernas finas ou tortuosas, que podem ou não formar um vão entre elas. Para a correção desses casos, o silicone é colocado na parte interna das coxas, panturrilha e tornozelo. O cirurgião plástico, Nicola Menichelli Netto, especialista neste tipo de cirurgia há mais de 25 anos, afirma que o silicone não é necessariamente colocado só numa dessas partes, mas na perna como um todo, para corrigir as imperfeições. Segundo ele, a cirurgia dos membros inferiores é dividida em glúteo, perna (abaixo do joelho) e coxa. A separação tornozelo, panturrilha e coxa é mais comum nos Estados Unidos, onde as próteses são mais usadas para fazer Body Building (reconstrução do corpo), cujo principal objetivo é ter o corpo musculoso e não apenas bem torneado. Os "falsos músculos" são alcançados com a prótese. No Brasil, a finalidade dos pacientes não é ficar com a perna musculosa, mas sim corrigir imperfeições e deixar a perna torneada. Tipos de próteses de silicone: A prótese de silicone nas pernas é uma das cirurgias mais procuradas, perde apenas para as da mama, ficando, inclusive, à frente da de glúteo, criada anteriormente. A cirurgia de coxa, a mais recente de todas, é a menos solicitada e indicada quando se usa o silicone. A grande procura faz com que os especialistas aperfeiçoem cada vez mais suas técnicas e os resultados alcançados sejam cada vez melhores. Isso é feito através do surgimento de próteses menores, mais resistentes e que apresentam, menos riscos para a paciente. O silicone usado é o texturizado ou o de poliuretano na parte externa e gel na parte interna, desenvolvido para suportar uma pressão de até 500 quilos. São tão resistentes, que o Dr. Nicola, recomenda que novos exames, como ressonância ou tomografia computadorizada, por exemplo, sejam feitos após dez anos. Ele afirma que a troca só é feita se a prótese apresentar problemas como desgaste ou encapsulamento, senão, dura a vida toda, já que o risco de rejeição é praticamente nulo. Como é a cirurgia para a colocação da prótese: A cirurgia é considerada simples, no mesmo dia a paciente recebe alta. Para colocação de prótese nas pernas, a incisão é feita na parte superior do joelho e nas coxas na região próxima à virilha, com anestesia geral, peridural ou local, dependendo do caso . Para correção de pernas finas e arqueadas, o silicone é colocado sempre na parte interna do membro. A recuperação também é rápida. O repouso total é recomendado por três dias. Uma semana depois, a paciente volta ao especialista para uma nova consulta, na qual é feita a retirada dos pontos. Recomenda-se o uso de meia calça elástica por dois meses e uso de salto médio para não forçar a panturrilha. Um mês depois, você já realiza suas atividades normais, podendo, inclusive, praticar atividade física. O resultado é bastante natural e a cicatriz fica praticamente imperceptível. Pode tomar sol, mas a exposição da cicatriz aos raios solares deve ser evitada. Se a paciente quiser aproveitar e colocar prótese no glúteo, também pode, o que, segundo o Dr. Nicola, é o mais comum no Brasil. O tempo de recuperação é o mesmo. Quem pode fazer colocação das próteses: Questionado sobre o perfil dos pacientes, o cirurgião afirma que as idades são as mais variadas, são mulheres dos 18 aos 70 anos, com as mais diferentes expectativas e objetivos. Homens, em menor proporção, também se interessam pela cirurgia, principalmente os adeptos da musculação que desenvolvem os membros os superiores bem mais rápido que os inferiores. Não há nenhuma relação entre a cirurgia nas pernas e o surgimento de varizes ou outro problema circulatório, também não aumenta nem diminui a flacidez. Decidida a fazer a mudança? O primeiro passo é procurar um especialista, este vai examiná-la e checar quais são as principais necessidades. A prótese escolhida depende da correção a ser feita. Todas têm a mesmas características, são transparentes e feitas de um gel bem coeso, mas os tamanhos são diferentes. As maiores (menos usadas) acentuam mais as formas, as menores corrigem pernas tortas e arqueadas. Todas são colocadas entre os músculos das pernas, numa camada imperceptível ao toque. O importante é não ter dúvidas sobre a escolha e a mudança que o corpo irá sofrer. Esclareça com seu médico o resultado que você pode esperar. Não adianta querer ter as pernas de uma atriz ou modelo famosa, quando existe a limitação genética para isso. Seja realista, mas saiba que as modernas técnicas de colocação de prótese tem tudo para deixar você ainda mais bonita. O que vale é melhorar a auto-estima, o bem estar e sentir-se linda e bela com seu corpo. Para isso, crie coragem para encarar o bisturi, diga adeus à calça comprida e aproveite não só este verão como os próximos.
Como
funcionam as próteses?: No
caso de próteses totais, uma base acrílica da cor da mucosa bucal se
apóia sobre sua gengiva. A base da prótese superior cobre todo o
palato (céu da boca), enquanto que a prótese inferior é confeccionada
na forma de uma ferradura, a fim de permitir espaço livre para acomodar
sua língua.
Prótese parcial removível: A prótese parcial removível consiste em uma estrutura metálica que se apóia nos dentes naturais. Algumas vezes, são colocadas coroas sobre alguns dos dentes naturais e que servem como apoios para a prótese. Próteses parciais removíveis. Próteses
feitas de silicone em gel, podem dar relevo e projeção à região
areolar. Por isso, elas têm opções de formatos diferentes: a que é
colocada apenas para projetar a aréola e a que compreende também a
região do mamilo. Elas normalmente variam de 4,7 cm de diâmetro, 1,6
cm de espessura e 10 cc de volume a 5,7 cm, 1,7 cm de espessura e 17cc,
respectivamente. Também pode ser feito um terceiro tipo de prótese,
apenas para os mamilos, "recortando-se" placas de silicone na
dimensão escolhida pela paciente. O cirurgião explica ainda que, nos
casos de reconstrução mamária, normalmente é feito um enxerto de
pele da região da virilha da paciente para dar a tonalidade à aréola
mais próxima à original (veja também box sobre micropigmentação) e
somando-se a isso, pode ser feito o implante da prótese, para o efeito
da projeção. Os motivos podem ser vários: a vontade de aperfeiçoar a reconstrução das mamas ou de uma delas. após uma mastectomia, a cicatriz esbranquiçada deixada na aréola após uma plástica, ou apenas a vontade de corrigir pequenas imperfeições nos desenhos das aréolas e deixar os seios mais harmônicos. O fato é que a micropigmentação das aréolas e dos mamilos pode ter várias utilidades e melhorar muito auto-estima de quem apresenta uma imperfeição incômoda nesta região. O trabalho é extremamente delicado e relativamente barato, custando entre R$ 300,00 e R$ 400,00 para ser feito nas duas mamas, segundo explica Ronaldo Coelho, esteticista especializado em micropigmentação. Para fazer a micropigmentação das aréolas e dos mamilos, Ronaldo explica que escolhe tonalidades muito próximas à pele da paciente, em uma escala de cores entre o marrom e o castanho. Em cerca de uma hora de trabalho, ele refaz todo o contorno da aréola com um lápis e em seguida preenche o espaço com o pigmento escolhido, deixando 1 cm de diâmetro, aproximadamente, para ser preenchido com pigmento um pouco mais escuro na região dos mamilos. Após a micropigmentação, é necessário fazer de mais um ou dois retoques, com intervalos de um mês. Ronaldo explica também que, depois de alguns anos, pode ser necessário fazer uma manutenção, pois parte do pigmento começa a ser "absorvido" pelo organismo. Fonte: http://plasticaebeleza.terra.com.br clique no banner abaixo e saiba tudo sobre bioplastia - a plástica sem cortes
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